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Não se aguenta o ambiente de farsa inquisitorial, em que os jornalistas transformam as entrevistas a Sócrates.
Só interessa inquirir se Cavaco o vai meter na ordem, ao grande CULPADO.
E depois, Freeport, Freeport, Freeport...e a banda desenhada das "pressões". Enfim, o grande cozinhado infame, que tenta fazer deste homem, o bode expiatório de toda a alminha lusa, trafulha.
Quando quer enunciar e recapitular as medidas do seu governo, nesta conjuntura de crise, tentam cortar-lhe a palavra.
Mas ele comeu-os de cebolada, como o grande estadista que é.
A Judite super-maquilhada, com as pálpebras douradas coruscantes, parecia que ia gravar um episódio de alguma novela sul-americana, em vez de entrevistar um político; o comparsa masculino, estava com ar pesado, carrancudo, como se fosse assistir a um fuzilamento.
Quando é que isto muda? Este chavascal "informativo"?
Só fechando o aparelho de televisão.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Por amor...
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É sem dúvida quase ofensivo e até sexista o tema do artigo sobre Fernanda Câncio, que consta do 1.º Caderno do último "Expresso".
A sua reconhecida carreira como jornalista e a clarividente forma de radiografar os atrasos, hipocrisias e injustiças sociais, jazem obnubilados pelo "amor"...
Ridículo, se não fosse desprezível e indiciador da capacidade de embuste dos "politicamente correctos", que não pediram "declaração de interesses" aos congeminadores da "carta anónima" e das" fugas de informação".
Um título destes, a saber a ficção "light", adaptar-se-ia a um personagem masculino?
Hoje, ouvi na rádio, que estão em marcha, promovidas pelos governos e organizações sanitárias da África Austral, campanhas pela diminuição das elevadas taxas de HIV. "Um Só Amor", parece que se chama a Campanha, que pretende combater a poligamia e outros usos legais, que propiciam contágios. Só que o "rei" (?) da Suazilândia tem 17 mulheres e o próximo Presidente da África do Sul, tem 5...
E depois ainda há quem se acredite na eficácia de certas "Declarações UNIVERSAIS"..
Não se pode ser discriminado em função do sexo, mas não se ouve falar de Presidentas ou quejandas com estes haréns de homenzarrada...
É sem dúvida quase ofensivo e até sexista o tema do artigo sobre Fernanda Câncio, que consta do 1.º Caderno do último "Expresso".
A sua reconhecida carreira como jornalista e a clarividente forma de radiografar os atrasos, hipocrisias e injustiças sociais, jazem obnubilados pelo "amor"...
Ridículo, se não fosse desprezível e indiciador da capacidade de embuste dos "politicamente correctos", que não pediram "declaração de interesses" aos congeminadores da "carta anónima" e das" fugas de informação".
Um título destes, a saber a ficção "light", adaptar-se-ia a um personagem masculino?
Hoje, ouvi na rádio, que estão em marcha, promovidas pelos governos e organizações sanitárias da África Austral, campanhas pela diminuição das elevadas taxas de HIV. "Um Só Amor", parece que se chama a Campanha, que pretende combater a poligamia e outros usos legais, que propiciam contágios. Só que o "rei" (?) da Suazilândia tem 17 mulheres e o próximo Presidente da África do Sul, tem 5...
E depois ainda há quem se acredite na eficácia de certas "Declarações UNIVERSAIS"..
Não se pode ser discriminado em função do sexo, mas não se ouve falar de Presidentas ou quejandas com estes haréns de homenzarrada...
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