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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

End Child Marriage

Rawan, 8 anos, foi morta pelo «marido», de 40 anos, na noite do casamento. A curta notícia do El Pays - http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/09/09/actualidad/1378749337_077900.html - destapa uma pontinha do véu que encobre a realidade b...rutal dos casamentos forçados, que todos os anos vítima mais de 14 milhões de meninas. O mundo é só um sítio cruel para tantas e tantas crianças e mulheres...
Foto: http://unfpa.org/endchildmarriage

 Chamava-se Rawan, contava 8 anos, vivia no Iémen e morreu na noite de núpcias, vítima lesões graves nos órgãos genitais e no útero. A menina casara com um homem de 40 anos, que diversos ativistas querem ver sentado no banco dos réus. Segundo o The Huffington Post, também a família é visada, por ter permitido o casamento.
Uma menina de 8 anos casou com um homem de 40, o que é permitido no Iémen. Mas este casamento durou apenas algumas horas, já que Rawan, a menor, morreu durante a noite de núpcias, vítima de lesões graves decorrentes de atos sexuais que foi obrigada a praticar.
De acordo com o jornal britânico The Huffington Post – que cita o Al Watan, diário do Kuwait –, a menor sofreu uma rutura nos órgãos genitais e lesões graves no útero, que lhe provocaram a morte.
Esta morte provocou manifestações de repúdio por parte de ativistas locais, que querem agora que o homem e a família de Rawan sejam responsabilizados pela morte desta criança.
Aquele jornal do Kuwait escreve que muitas menores ienemitas são obrigadas a casar, bastando, para o efeito, que a família dê consentimento. Estima-se que uma em cada quatro meninas case com menos de 16 anos de idade.
Estes casamentos resultam também de extremas dificuldades económicas das famílias, que vendem as filhas para conseguirem combater a fome que assola o Iémen.
A morte de Rawan veio levantar esta polémica, sendo que os ativistas reforçaram a sua luta contra este tipo de violência contra as crianças.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Regras culturais tradicionais no Afeganistão

Lal Bibi, 18 anos de idade foi sequestrada, estuprada, torturada e acorrentada a uma parede durante cinco dias por uma gangue de poderosos policiais afegãos. Mas ela está se defendendo e ousando fazer algo que as mulheres no Afeganistão são proibidas de fazer: ela está reagindo. E juntos podemos ajudar Lal Bibi e todas as mulheres afegãs a conseguir justiça.

De acordo com as regras culturais tradicionais, Lal Bibi foi "desonrada" porque foi estuprada. Agora terá que se suicidar, como ela mesma disse publicamente, a menos que seus violadores sejam levados à justiça para restaurar sua honra e dignidade. O sistema de justiça do Afeganistão frequentemente deixa de processar esses casos. Até agora os suspeitos principais no caso Lal Bibi não foram julgados, provavelmente na esperança de que a atenção internacional se disperse. Cada dia que se passa sem que os policiais sejam presos, Lal Bibi fica mais perto de ter que cometer o suicídio - mas ainda há esperança.

Este fim de semana, os EUA, Reino Unido, Japão e outros grandes doadores devem doar 4 bilhões de dólares para o Afeganistão - dinheiro que vai pagar as próprias forças policiais responsáveis ​​pelo estupro Lal Bibi. Mas um protesto internacional pode alertar os países doadores, condicionando sua ajuda à medidas que combatam o estupro e protejam as mulheres. Nós não temos muito tempo - clique no link abaixo para mudar aquilo que poderá salvar a vida de Lal Bibi. A nossa petição será entregue diretamente na conferência de doadores em Tóquio:

https://secure.avaaz.org/po/justice_for_lal_bibi_c/?bTkcicb&v=15783

Os costumes locais em algumas partes do Afeganistão dizem que as mulheres desonradas por um estupro devem se matar para restaurar a honra da sua família para as gerações futuras. Surpreendentemente, com muita coragem, Lal Bibi e sua família estão tentando salvar sua vida, insistindo no julgamento de seus torturadores e tentando mostrar à sociedade que a culpa é dos autores deste crime e não dela.

A força policial afegã, responsável pelo estupro depende do financiamento externo que será entregue neste fim de semana, quando todos os principais doadores do Afeganistão se reunirem em Tóquio. Os países doadores podem e devem exigir que os fundos não sejam gastos com uma polícia que age sob uma impunidade terrível, quando deveriam trabalhar para proteger as mulheres, e não atacá-las!

Há centenas de mulheres e meninas em todo o Afeganistão, que estão sujeitas à "justiça tradicional" como Lal Bibi. Milhares de pessoas estão acompanhando atentamente para ver como o governo afegão e o mundo responderá à menina que está lutando corajosamente e se recusa a morrer silenciosamente. Vamos apoiá-la - assine a petição abaixo e conte para todos:

https://secure.avaaz.org/po/justice_for_lal_bibi_c/?bTkcicb&v=15783

A guerra global contra as mulheres é implacável. Mas várias vezes a nossa comunidade se une para vencer. Nós ajudamos a impedir o apedrejamento ilegal de Sakineh Ashtiani no Irã, e lutamos pela justiça para vítimas de violações na Líbia, Marrocos e Honduras. Vamos mostrar o poder global da nossa comunidade para ajudar a ganhar a causa de Lal Bibi e milhões de mulheres no Afeganistão.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Pena de morte por lapidação

Manifestante francesa protesta contra o apedrejamento de mulheres até à morte.


Caríssimas/os,
Mais uma jovem mulher sudanesa, de 20 anos, foi condenada à morte por apedrejamento no passado dia 13 de Maio, pelo tribunal criminal de Ombada, no Sudão, pelo crime de adultério.
O julgamento de Intisar Sharif Abdallah foi feito sem a intervenção de um/a advogado/a, nem de intérprete, apesar de ela não ter um bom conhecimento de árabe, por não ser a sua língua natal. Foi condenada com base nas declarações que prestou após ter sido espancada por um seu irmão.
Está detida juntamente com o seu filho mais novo, de quatro meses de idade. Os seus dois outros filhos estão à guarda da sua família.
Queria pedir-vos para se juntarem à campanha da Amnistia Internacional para exigir a revogação desta sentença de morte, enviando ao Presidente da República do Sudão, Omar Hassan Ahmad al-Bashir - :info@sudan.gov.sd - uma carta idêntica à que junto em anexo.
E, também, que divulguem esta mensagem e a carta junto de todos os vossos contactos.
Para mais informações sobre este caso podem consultar o site:  http://deathpenaltynews.blogspot.pt/ /2012/05/urgent-appeal-for-woman-sentenced-to.html
Obrigada.




                                                   




terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Triplo Homicídio

Mais três pessoas do sexo feminino que foram exterminadas barbaramente pelo homem da casa. A mais nova era uma criança de, pelo que dizem alguns jornais, 4 anos. Pergunto-me se ocasionalmente fosse um neto em vez de uma neta, o assassino susteria a sua fúria homicida. Haveria a esperança de que esse neto, por uma espécie de legado ancestral, quando chegasse a adulto, fosse herdeiro desse ímpeto agressivo inominável, que permite que o número de mulheres e meninas assassinadas em Portugal cresça numericamente todos os anos, sem que o inverso se verifique, isto é: são raríssimos os casos de homens mortos pelas companheiras ou esposas.

Resta averiguar se a sanha homicida que incluiu os animais domésticos da casa também teve em conta a semelhança de género.

http://aeiou.visao.pt/triplo-homicidio-em-beja-ainda-sem-explicacao=f646172

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

«Quatro mulheres assassinadas em quatro dias». (JN)

Antes das manifestações das "galderices", é preciso pensar a sério em manifestações contra esta selvajaria, com que parece as mulheres mais "emancipadas" não se preocupam. Que tal uma manif. de «filhos e netos de mães e avós assassinadas pelos pais e avós»?

Suponho que poderia ter numerosos participantes e concitaria avergonha geral.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bestas-feras

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Uma besta-fera em versão masculina, assassimou a mulher, dentro da ambulância que a ia transportar, já sovada e ferida ao hospital da Figueira da Foz, acabando por assassinar mais um soldado da GNR e ferir outro. Foi em Montemor-o-Velho, PORTUGAL, Europa, quase em 2010! Não estamos no Afeganistão, no Paquistão e noutros sítios de "sharia" e "fatwas".

Para quando a PRISÂO PERPÉTUA para estes psicopatas perigosos?

Não há "casas -abrigo" nem campanhas contra a violência doméstica, que erradiquem esta selvajaria sanguinolenta, se não houver penas severíssimas para estes assassinos brutais.
Com as penas reduzidas a metade, por "bom comportamento", estes malvados, indignos de existir, safam-se ao fim de meia dúzia de anos.


Adenda: A filha do assassino e da falecida, de 5 anos de idade, também ficou ferida, pois acompanhava a mãe, na ambulância.
(Notícia do Telejornal da RTP-1, às 20 horas de hoje).