domingo, 28 de fevereiro de 2010

A última vez que vi «O Eixo do Mal»

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Hoje, foi a última vez que assisti a este prograna da Sic-N.Já tinha reparado, com algum desgosto, que Clara Ferreira Alves,sem dúvida o elemento mais lúcido, se estava a realinhar com interesses corporativos.
Hoje, ouvi um dos restantes bobos engasgar-se com a palavra "ignomínia" proferida por Sócrates na entrevista de MST. Um triste arremedo de ignorância.
Parecem todos umas velhas catequistas do Estado Novo, eles e a tropa fandanga das comentadeiras e jornaleiras que gritam: O MENINO MENTIU!

Para mim, chega.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Pobre Madeira

A ignorância e a ganância de dirigentes que apostam em desenvolvimentos de fachada e bons carnavais, pagam-se caro.
O "aproveitamento político" de um povo insular, já lá existe há mais de 30 anos.
Em que Código Penal vêm mencionados ESTES CRIMES ?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Manifesto

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Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, nós tomamos partido.

http://defenderquadrado.blogs.sapo.pt/

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Polvos & Lulas ?

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"Penso que em Portugal quem tem o verdadeiro poder não são os políticos nem o governo. Acho que os grupos de comunicação social têm mais poder do que os políticos porque têm os meios e os instrumentos para aquilo que é básico: construir as convicções"


Proença de Carvalho
em entrevista ao jornal "I"

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Os rangidos do Rangel

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Simplesmente indecoroso, politica e patrioticamente sujo, o que este cavalheiro anda a dizer do nosso país.

Eu não quero habitar o pútrido país deste homem. Um sítio de hienas e de abutres.
Nestas alturas é que faz falta um PR que meta energúmenos no seu lugar.
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No blogue Mainstreet de José Albergaria, um belo post com "Liberté" de Paul Eluard
dito por Gérard Philipe.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Grande Música faz esquecer a chunguice

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Ontem, Sábado, fui à Casa da Música, assistir a um concerto da Orquestra Nacional do Porto.
Enquanto ouvia Schubert, interroguei-me se estaria no mesmo país onde grassa a estrumeira jornalística e onde uns troca-tintas ditos "de esquerda" se aliam a Bokassas madeirenses.
Não estava. No país sonoro da Grande Música, essas nojeiras são desconhecidas.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A propósito de ontem, 31 de Janeiro e de uns pategos como o Luís Delgado, que não sabem nada de História de Portugal, nem do que "eles andam a fazer lá pelo Porto".
"Então a República não foi só no 5 de Outubro" ???

Pode ouvir-se abaixo a "Pronúncia do Norte", por Rui Reininho e Isabel Silvestre:


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O Presidente de Todos os Portugueses

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Já não há pachorra para mais esta chateza democrática. Mais slogans, mais cartazes, mais apoios, mais comezainas de solidariedade.Não é que o economista Sr. Silva, mais a sua tribo de Manelas, Marias, Limas e Loureiros, alguma vez represente "o esplendor de Portugal", mas é que estamos fartos de votar sempre CONTRA.

Votei contra o Rio, a Direita e agora é para votar contra o Silva.
Um Presidente de TODOS os Portugueses?
Mais uma asserção retórico-indigente, que na prática diária não quer dizer nada. E ainda menos numa desencantada análise acerca de sistemas políticos, possíveis.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Hoje, 19 de Janeiro, era o aniversário do EUGÉNIO

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Procura a maravilha.

Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.

No brilho redondo
e jovem dos joelhos.

Na noite inclinada
de melancolia.

Procura.

Procura a maravilha.

Eugénio de Andrade

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Telhados de Vidro n.º 13, Nov. 2009 - Edições Averno

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Um poema de Manuel de Freitas (n. 1972), incluído nesta última edição. A este poeta se devem, além da sua já muito considerável (e marcante) obra, também esta singular publicação e as edições Averno.


FORTINBRAS SAYS

Que estão nus, não valem nada
os poetas aclamados pela plebe
- o que é, infelizmente verdade.

Que já vai sendo hora de bebermos
juntos um Jim Beam Black
- o que é, de outra maneira, verdade.

Que a canalha crítica, académica,
jornaleira ou mediática muito dificilmente
se consegue furtar ao grande peido geral.

E é verdade, também,

que morreram príncipes e princesas,
que já não há palavras
no reino deserto das palavras.

É tudo tão verdade, Fortinbras,
que nos apetece mentir com dignidade,
espancar sem decoro as bestas que progridem.